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	<title>Arquivos Google - LGPD Soluções</title>
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	<description>Curso Mapeamento de Dados Pessoais LGPD.</description>
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	<title>Arquivos Google - LGPD Soluções</title>
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	<item>
		<title>A remoção de conteúdo à luz da Lei Geral de Proteção de Dados</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/remocao-conteudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 15:40:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Dados Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Dados Sensíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios da LGPD]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos de muita desinformação e fake news outro fenômeno ganhou muita força: a remoção de conteúdo realizada pelos provedores de aplicação. Alguns pontos merecem ser esclarecidos antes disso. Provedores de aplicação é a expressão utilizada para o que costumamos chamar de redes sociais e das plataformas de busca, por exemplo. São comumente chamados também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em tempos de muita desinformação e </span><i><span style="font-weight: 400">fake news</span></i><span style="font-weight: 400"> outro fenômeno ganhou muita força: a remoção de conteúdo realizada pelos provedores de aplicação. Alguns pontos merecem ser esclarecidos antes disso. Provedores de aplicação é a expressão utilizada para o que costumamos chamar de redes sociais e das plataformas de busca, por exemplo. São comumente chamados também por </span><i><span style="font-weight: 400">Big Techs</span></i><span style="font-weight: 400"> &#8211; grandes empresas do ramo tecnológico. No que se refere à remoção de conteúdo, as perguntas que surgem são: Como e por que esses conteúdos são retirados do ar? Há amparo legal para isso?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em meio à pandemia global do coronavírus esse tipo de questionamento ganhou novos contornos. A retirada de conteúdo da Internet foi verificada, não apenas para usuários comuns, mas para contas notórias e com credibilidade social. O Presidente da República</span><span style="font-weight: 400">, inclusive, teve publicações removidas de plataformas, sob a justificativa de configurarem conteúdo falso e inadequado. Essa postura se repete para diversas figuras relevantes na sociedade brasileira, </span><a href="https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/04/03/silas-malafaia-video-apagado.htm"><span style="font-weight: 400">Facebook, Instagram e Youtube retiraram do ar vídeo do líder religioso Silas Malafaia</span></a><span style="font-weight: 400">, e o Twitter, por sua vez, </span><a href="https://www.tupi.fm/coronavirus/twitter-tira-do-ar-postagens-de-flavio-bolsonaro-e-ricardo-salles-que-continham-video-de-drauzio-varella/"><span style="font-weight: 400">removeu tweets do Senador Flávio Bolsonaro e do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles</span></a><span style="font-weight: 400">. Em todos os casos a justificativa foi a de informação falsa e inadequada, e todos relacionavam-se ao contexto do COVID-19.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/a-lgpd-e-o-interesse-legitimo-para-tratamento-de-dados/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="broken_link">Blog Solere &#8211; A LGPD e o interesse legítimo para tratamento de dados</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Como essa remoção acontece? O Brasil, em matéria de Internet e tecnologia conta com duas bases legais específicas. O </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm"><span style="font-weight: 400">Marco Civil da Internet</span></a><span style="font-weight: 400"> (MCI) e a </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709.htm"><span style="font-weight: 400">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</span></a><span style="font-weight: 400"> (LGPD). O primeiro, vigente desde 2018, estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet, e a</span> <span style="font-weight: 400">LGPD (com a vigência pendente por força da MP 959/2020) aborda a questão de proteção de dados. Além disso, ambos tratam muito mais da ótica do provedor de aplicação e do operador do que apenas do usuário em si. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A verdade é que a remoção de conteúdo vem ocorrendo muito mais por atuação dos provedores de aplicação em si, à luz dos padrões da comunidade (</span><i><span style="font-weight: 400">Community Standards</span></i><span style="font-weight: 400">). Muito disso, em razão da vigência ainda pendente da LGPD e da não especificidade do MCI nessa matéria. Sempre que as </span><i><span style="font-weight: 400">Big Techs</span></i><span style="font-weight: 400"> consideram que um conteúdo viola critérios estabelecidos nessas diretrizes (por promoverem discurso de ódio, preconceito, ataque a minorias, violência, entre outros) as plataformas atuam na remoção desse material. Alguns exemplos de diretrizes para essas políticas são as do </span><a href="https://www.facebook.com/communitystandards/"><span style="font-weight: 400">Facebook</span></a><span style="font-weight: 400">, </span><a href="https://help.instagram.com/477434105621119" class="broken_link"><span style="font-weight: 400">Instagram</span></a><span style="font-weight: 400"> e do </span><a href="https://www.youtube.com/about/policies/#community-guidelines"><span style="font-weight: 400">Youtube</span></a><span style="font-weight: 400">. Em tempos de COVID-19, os veículos modificaram muitos critérios e apresentaram iniciativas no combate à desinformação e às </span><i><span style="font-weight: 400">Fake News</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/lgpd-o-que-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; LGPD: Entenda o que ela é e os 06 conceitos principais da lei</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O tema da remoção de conteúdo traz ainda a discussão sobre a liberdade de expressão. Já que, essa atuação dos provedores de aplicação na retirada de conteúdo do ar passa por um crivo e análise restritos a sua ingerência. O que torna o processo subjetivo e cuja percepção prescinde de cuidados para que recaia em restrições e violações à liberdade de expressão e à livre informação por força dessa atuação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Fica evidente que são inúmeros os desafios quanto ao tema da remoção de conteúdo, um dos novos temas do momento. Sua regulamentação, que recai em seus limites e espaços ocupados, bem como todos os contornos que a retirada de conteúdo da rede produz ainda vão promover amplos debates. Resta estar atento para entender melhor e aprender junto ao processo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Entretanto, é sempre importante perceber que, a vigência pendente da LGPD, não impede a adequação às suas previsões. A LGPD veio em busca do preenchimento de lacunas, de modo que sua aplicação se faz necessária desde logo. A chave deve girar para compreender que contrariar seus cuidados pode implicar violações tremendas à privacidade, à liberdade e aos direitos de partes envolvidas no processo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/direito-de-retificacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; A LGPD e o direito à retificação dos dados</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Em conclusão, este texto procura tratar sobre os preceitos da LGPD e a remoção de conteúdo da internet. Este artigo é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo <a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2">Bureau Veritas</span></a>. Conheça nossos serviços e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça alemã dá vitória a Google sobre &#8216;direito de ser esquecido&#8217;</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/justica-alema-google/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 15:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog-lgpd]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[RGPD]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a decisão do Tribunal Constitucional Federal da Alemanha (BGH), (similar ao Supremo Tribunal Federal Brasileiro) o direito do público à informação prevalece sobre o direito dos indivíduos que desejem proteger seus dados pessoais na internet.  &#160; O caso julgado tratava-se de uma ação judicial proposta pelo ex-diretor de uma instituição de caridade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De acordo com a decisão do</span> <span style="font-weight: 400">Tribunal Constitucional Federal da Alemanha (BGH), (similar ao Supremo Tribunal Federal Brasileiro) o direito do público à informação prevalece sobre o direito dos indivíduos que desejem <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/lgpd-dados-pessoais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">proteger seus dados pessoais</a> na internet. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O caso julgado tratava-se de uma ação judicial proposta pelo</span> <span style="font-weight: 400">ex-diretor de uma instituição de caridade do estado alemão de Hessen contra a empresa Google. No entanto, a ação foi considerada improcedente pelo BGH. Dessa maneira, o site manteve seu direito de exibir como resultado de pesquisa as matérias publicadas pela imprensa no passado sobre um déficit financeiro da associação e o pedido de afastamento por doença do autor da ação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/acao-coletiva-contra-google-busca-multa-de-pelo-menos-us-5-bilhoes-por-violacao-de-privacidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; Ação coletiva contra Google busca multa de pelo menos US$ 5 bilhões por violação de privacidade</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Segundo o entendimento do BGH, o “direito de ser esquecido” não existe, quando se refere a mecanismos de pesquisa da internet como o Google. No entanto, é necessário que a Justiça analise as características específicas de cada caso para julgar se links de textos contendo críticas devem ser removidos ou não da lista de resultados, avaliando por exemplo, se a informação tem relevância ou não para o interesse público, seja pelo conteúdo ser eminentemente privado, ou pelo decurso do tempo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O resultado do julgamento era aguardado com grande expectativa por ser a primeira decisão da suprema corte da Alemanha desde a entrada em vigor, em 2018, do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RDPD), que vale para toda a União Europeia.</span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/justica-europeia-anula-acordo-internacional-privacy-shield/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; Justiça europeia anula acordo internacional “Privacy Shield”</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A RDPD é a mais importante legislação atual sobre privacidade de dados, que passou a servir de exemplo para diversos países adotarem disposições semelhantes ou reforçarem políticas pré-existentes, como foi o caso do Brasil, que sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e, que irá preencher lacunas para substituir ou complementar os dispositivos legais que regulam o uso de dados no país hoje. A LGPD visa impedir violações de dados pessoais, assim como facilitar o acesso e o controle dos titulares à quais informações podem ser utilizadas pelas empresas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Na mesma linha do regulamento europeu, a LGPD em seu artigo 18, concede ao titular o direito de obter do controlador o acesso aos seus dados pessoais e a <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/glossario-lgpd/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anonimização</a>, bloqueio ou remoção de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a lei. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/google-e-multado-por-descumprir-a-lgpd-na-argentina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; Google é multado por descumprir a LGPD na Argentina</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O ponto de partida do direito fundamental de ser esquecido, foi um caso, de um espanhol que havia processado o Google, pois, quando digitava seu nome na plataforma de pesquisa, era encaminhado para um artigo sobre um leilão compulsório de um apartamento em que constava seu nome como proprietário. No entanto, já haviam se passado 10 anos do acontecimento, e fazia tempo que o mesmo não possuía mais dívidas. Apesar disso, ele temia ter desvantagens econômicas por causa do artigo. Os juízes do Tribunal de Justiça da União Europeia decidiram a favor do homem e, desde então, os cidadãos passaram a exigir que mecanismos de busca excluam informações pessoais sensíveis. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O crescente número de casos sobre o direito ao esquecimento, refletem os problemas que são causados pelo armazenamento de dados ilimitado de mecanismos de pesquisa. Pois, através deles, eventos podem ser trazidos ao presente com um só clique, e dessa forma a sociedade não consegue mais distinguir, de forma clara, o que é relevante do que é desatualizado ou sem importância.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Por fim, é válido ressaltar, que frente à falta de uniformização das decisões dos tribunais europeus sobre o tema, o trabalho de regulamentação pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), instituição criada pela LGPD, se torna ainda mais importante para nortear o que as empresas brasileiras devem fazer para se adequar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/07/27/justica-alema-da-vitoria-a-google-sobre-direito-de-ser-esquecido.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Este clipping de notícias é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo </i><a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2"><i>Bureau Veritas</i></span></a><i>. Conheça nossos serviços e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ação coletiva contra Google busca multa de US$ 5 bilhões por violação de privacidade</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/google-multa-violacao-de-privacidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 17:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog-lgpd]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[No último dia 02 de junho, o Google foi processado nos Estados Unidos em uma ação coletiva que acusa a empresa de violação de privacidade. A acusação alega que a companhia invadiu ilegalmente a privacidade de milhões de seus usuários através do amplo rastreamento da utilização de internet, mesmo com o navegador configurado em modo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No último dia 02 de junho, o Google foi processado nos Estados Unidos em uma ação coletiva que acusa a empresa de violação de privacidade. A acusação alega que a companhia invadiu ilegalmente a privacidade de milhões de seus usuários através do amplo rastreamento da utilização de internet, mesmo com o navegador configurado em modo anônimo. O processo reivindica uma multa de pelo menos US$ 5 bilhões contra o Google e sua empresa mãe Alphabet Inc.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De acordo com a denúncia apresentada no Tribunal Federal de San Jose, Califórnia, a empresa coleta clandestinamente informações a respeito do que as pessoas veem online e onde navegam. Essa coleta de dados é feita por meio da utilização do Google Analytics, Google Ad Manager e outros aplicativos e plug-ins de sites, incluindo os aplicativos para smartphones, independentemente dos usuários clicarem nos anúncios suportados pelo Google.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Os dados coletados ajudam o Google aprender sobre hobbies, hábitos de compras do indivíduo e até mesmo as “coisas mais íntimas” que os usuários buscam online.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No entanto, a maior queixa no processo não é só sobre as informações coletadas pelo Google, mas sim as informações coletadas pelo Google quando o navegador está configurado em modo anônimo. Embora o usuário veja a navegação privada como uma forma segura contra olhos vigilantes, na prática os dados também são rastreados pelo Google deixando, assim, uma falsa sensação de segurança e privacidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Pesquisadores de segurança de computação levantam a preocupação de que o Google aumente os dados pessoais de perfil de usuários, rastreando a identidade das pessoas através de combinação de dados em diferentes modos de navegação, isto é, sabendo as informações no modo privado e comum da internet.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A ação coletiva defende que provavelmente milhares de usuários que, desde de 1º de junho de 2016, navegam na internet no modo privado, foram afetados pela violação do Google. O processo busca para cada usuário uma indenização de pelo menos US$ 5 mil pelo Google ter descumprido leis de privacidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Entretanto, o porta voz do Google, Jose Castaneda, disse que a empresa irá se defender vigorosamente contras as alegações. Castaneda afirmou que o Google deixa claramente exposto que cada vez que o usuário abre uma nova guia anônima, os sites podem coletar informações sobre sua atividade de navegação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Fonte: <a href="https://www.reuters.com/article/us-alphabet-google-privacy-lawsuit/google-faces-5-billion-lawsuit-in-us-for-tracking-private-internet-use-idUSKBN23933H" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Reuters</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Este clipping de notícias é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo </i><a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2"><i>Bureau Veritas</i></span></a><i>. Conheça nossos </i><span class="s2"><i>serviços</i></span><i> e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Google é multado por descumprir a LGPD na Argentina</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/argentina-multa-google/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 23:43:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog-lgpd]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[O Google Argentina SRL e o Google LLC foram penalizados com sanções por não cumprir a Lei Argentina sobre Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 25.326). A Agência de Acesso à Informação Pública multou o Google no valor de 280 mil pesos argentinos (aproximadamente 220 mil reais) por negar o acesso de dados pessoais pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Google Argentina SRL e o Google LLC foram penalizados com sanções por não cumprir a Lei Argentina sobre Proteção de Dados Pessoais (</span><a href="http://servicios.infoleg.gob.ar/infolegInternet/anexos/60000-64999/64790/texact.htm"><span style="font-weight: 400">Lei nº 25.326</span></a><span style="font-weight: 400">). A Agência de Acesso à Informação Pública multou o Google no valor de 280 mil pesos argentinos (aproximadamente 220 mil reais) por negar o acesso de dados pessoais pelo usuário.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A investigação foi iniciada pela Diretoria Nacional de Proteção de Dados Pessoais da Agência após um usuário do Gmail e aplicativos relacionados solicitar acesso às informações de sua conta depois de detectar que sua senha havia sido mudada por um terceiro não autorizado. No entanto, a solicitação foi negada pela empresa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A lei argentina, assim como a Lei Geral de Proteção de Dados brasileira, possui um rol de direitos aos titulares de dados (artigo 13 e seguintes), e, dentre eles, encontram-se o direito à informação e o direito de acesso. Entretanto, o Google não cumpriu com sua obrigação de informar o titular a respeito do tratamento de seus dados pessoais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Diretor da Agência, Eduardo Bertoni, ainda admitiu que, comparado às sanções impostas na Europa, o valor da multa de 280 mil pesos argentinos é economicamente muito baixo e concluiu que uma atualização da Lei de Proteção de Dados Pessoais, com correspondente reajuste das sanções, se faz necessária. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Vale relembrar que em Janeiro de 2019, a autoridade francesa para proteção de dados (Comissão Nacional de Informática e Liberdade &#8211; CNIL) comunicou a decisão de multar o Google em 50 milhões de euros por insuficiência na informação dada aos usuários acerca da exploração de seus dados pessoais. A punição foi aplicada com base nova lei de privacidade da Europa, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Fontes: <a href="https://www.argentina.gob.ar/noticias/sancion-google-por-negar-el-derecho-de-acceso">Gobierno de Argentina</a> e <a href="https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2019/01/21/google-e-multado-na-franca-por-violar-de-dados-pessoais.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UOL</a>. Imagem: <a href="https://www.gettyimages.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Getty Images</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Este clipping de notícias é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo </i><a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2"><i>Bureau Veritas</i></span></a><i>. Conheça nossos </i><span class="s2"><i>serviços</i></span><i> e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></p>
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