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	<title>Arquivos China - LGPD Soluções</title>
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	<description>Curso Mapeamento de Dados Pessoais LGPD.</description>
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	<title>Arquivos China - LGPD Soluções</title>
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	<item>
		<title>EUA estudam bloquear TikTok para &#8216;impedir China de obter dados pessoais&#8217;</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/eua-tiktok/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 15:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog-lgpd]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos avalia a possibilidade de inserir o aplicativo TikTok em uma lista negra, que na prática, barraria o acesso dos usuários americanos ao app. Seria uma maneira de conter o vazamento de dados pessoais por meio da plataforma para China.  &#160; O TikTok é uma plataforma na qual os usuários criam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O governo dos Estados Unidos avalia a possibilidade de inserir o aplicativo TikTok em uma lista negra, que na prática, barraria o acesso dos usuários americanos ao app. Seria uma maneira de conter o vazamento de dados pessoais por meio da plataforma para China. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O TikTok é uma plataforma na qual os usuários criam e compartilham vídeos curtos, que cresceu de maneira exorbitante, e se popularizou entre os jovens que buscavam entretenimento durante a pandemia. No entanto, o app vem gerando desconfiança por parte dos EUA devido sua ligação com a China por meio de sua empresa-mãe, a ByteDance, sediada no país asiático.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De acordo com fontes do interior do governo Trump, discute-se a possibilidade de incluir a ByteDance na “lista de entidades” do Departamento de Comércio, por razões de segurança. Essa atitude dificulta que companhias americanas forneçam tecnologia ao TikTok.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/twitter-vazamento-de-dados-pessoais-e-de-cobranca-de-usuarios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; Twitter: vazamento de dados pessoais e de cobrança de usuários</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Não seria a primeira vez que uma situação semelhante a esta aconteceria. Ano passado, os EUA adicionaram a empresa Huawei e outras companhias chinesas de tecnologia nessa “lista de entidades”, ao alegar que elas estariam fornecendo dados à China em esquemas de espionagem. Por outro lado, alguns observadores têm pontuado que o governo aparenta estar usando a lista para transmitir um recado político.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A Casa Branca também avalia a possibilidade de evocar a Lei Internacional de Poderes Econômicos Emergenciais (IEEPA), de 1977, que classificaria o TikTok como “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional ou econômica dos Estados Unidos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Um sinal da crescente pressão em relação ao aplicativo, veio no início do mês de julho, quando Stephen Lynch, democrata do painel de supervisão da segurança nacional dos EUA, em carta que aludia aparentemente ao TikTok, persuadiu a Apple e o Google a impedirem programas de compartilhar dados sensíveis.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/privacidade-nas-redes-sociais-publicacao-de-fotos-de-criancas-na-internet/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; Privacidade nas redes sociais: publicação de fotos de crianças na Internet</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A noção de dados sensíveis, sob a ótica brasileira da Lei Geral Proteção de dados (LGPD), pode ser entendida como os dados pessoais que revelam  opinião política, convicção religiosa ou filosófica, origem racial ou étnica e dados referentes à saúde ou à vida sexual, que podem ocasionar discriminação se expostos ou vazados. No caso de tratamento deste tipo de dados, é necessário o consentimento explícito e prévio do titular, bem como deixar explicitado de forma inequívoca a sua finalidade. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Recentemente a chinesa ByteDance anunciou que está considerando a possibilidade de criar um conselho que dirija o Tiktok separadamente, ou ainda mudar o lugar onde se localiza a sede para fora da China. Além disso, o Tiktok alega que armazena os dados pessoais dos usuários nos EUA em seus servidores no país ou em Singapura. No entanto, consta na política de privacidade do aplicativo que ele pode compartilhar informações com sua empresa-mãe, subsidiária, ou outra filiada ao grupo corporativo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Quanto à atuação do aplicativo no cenário brasileiro, com a aproximação da entrada em vigor da LGPD, Lei 13.709/2018, o aplicativo TikTok, assim como diversas empresas, terão de se adequar às novas exigências legais das práticas de tratamento de dados pessoais, respeitando os princípios e as bases legais e potencializando a transparência para com os usuários.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia mais: <a href="https://lgpdsolucoes.com.br/blog/investigacao-sobre-privacidade-no-facebook/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Solere &#8211; Investigação sobre privacidade no Facebook</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Dessa forma, as empresas visadas que não se mantiverem em conformidade com as disposições da LGPD poderão sofrer multas substanciais de até 2% do faturamento global anual, limitado a 50 milhões de reais por infração, que deverão ser aplicadas pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), instituição criada pela LGPD que ainda não foi regulamentada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/07/eua-estudam-bloquear-tiktok-para-impedir-china-de-obter-dados-pessoais.shtml#:~:text=A%20Casa%20Branca%20estuda%20a,por%20meio%20da%20m%C3%ADdia%20social." target="_blank" rel="noopener noreferrer">Folha de São Paulo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Este clipping de notícias é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo </i><a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2"><i>Bureau Veritas</i></span></a><i>. Conheça nossos serviços e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>China checará histórico de violência doméstica antes de casamento</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/china-casamento-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 23:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog-lgpd]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Dados Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Dados Sensíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da cidade de Yiwu, no leste da China, está se preparando para lançar uma ferramenta que vai permitir que as pessoas verifiquem o histórico criminal do futuro parceiro, para identificar se há casos de violência doméstica. A iniciativa inédita tem previsão de lançamento para julho de 2020.  &#160; De acordo com as autoridades, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O governo da cidade de Yiwu, no leste da China, está se preparando para lançar uma ferramenta que vai permitir que as pessoas verifiquem o histórico criminal do futuro parceiro, para identificar se há casos de violência doméstica. A iniciativa inédita tem previsão de lançamento para julho de 2020. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De acordo com as autoridades, será possível acessar informações de agressores condenados em toda a China, como ordens de restrição ou detenção, além de acusações de violência doméstica por parceiros, idosos e familiares. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A iniciativa surgiu de um grupo ligado à proteção contra à violência doméstica, a Federação Chinesa de Mulheres.  Segundo as integrantes, a intuito do aplicativo é impedir os casos em que as partes envolvidas só conhecem o histórico agressor do parceiro após o casamento. A partir do conhecimento destas informações, seria possível reduzir a probabilidade de violência doméstica. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Assim como o Brasil, a China também enfrenta o grave problema de violência contra as mulheres que foi agravado pela pandemia do coronavírus. Devido ao confinamento, as autoridades relatam um aumento de casos de abusos praticados pelos homens contra as suas parceiras. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em comparação ao ano passado, o Brasil registrou um aumento de 38% no número de denúncias de violência doméstica por meio do canal de atendimento do governo federal, o Ligue 180. Além das denúncias de violência, os casos de feminicídio aumentaram 22% durante a pandemia do coronavírus. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A utilização do aplicativo pode ser de grande auxílio para a prevenção de casos de violência doméstica, mas, quanto aos dados pessoais, esbarra no direito à proteção da privacidade. Nesse caso, a verificação de antecedentes criminais deverá atender aos princípios da necessidade e da finalidade. Quanto à justificativa, a coleta de tais dados pode ser autorizada pela necessidade de atender os interesses legítimos de terceiros, qual seja a prevenção da violência doméstica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:  <a href="https://oglobo.globo.com/celina/banco-de-dados-vai-permitir-checar-historico-de-violencia-domestica-de-futuro-companheiro-antes-do-casamento-na-china-24498852">O Globo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Este clipping de notícias é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo </i><a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2"><i>Bureau Veritas</i></span></a><i>. Conheça nossos </i><span class="s2"><i>serviços</i></span><i> e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Violação à privacidade no Tik Tok</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/tik-tok-privacidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 23:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog-lgpd]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Dados Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O TikTok, aplicativo de vídeos que funciona como uma rede social, vem sendo utilizado como um refúgio para usuários que desejam se divertir durante a pandemia do novo coronavírus. No entanto, nem todos estão satisfeitos com os serviços do aplicativo. A empresa está enfrentando ações judiciais públicas nos Estados Unidos de pais de usuários menores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O TikTok, aplicativo de vídeos que funciona como uma rede social, vem sendo utilizado como um refúgio para usuários que desejam se divertir durante a pandemia do novo coronavírus. No entanto, nem todos estão satisfeitos com os serviços do aplicativo. A empresa está enfrentando ações judiciais públicas nos Estados Unidos de pais de usuários menores de idade (grande parte do seu público) que afirmam que o aplicativo está violando a Lei de Privacidade de Informações Biométricas de Illinois. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Uma denúncia pública apresentada ao tribunal federal de Illinois pelos pais de um usuário de 17 anos alega que o TikTok usa escaneamentos faciais, em conjunto com seus filtros e efeitos, sem a notificação dos usuários sobre a captura e armazenamento dos seus dados biométricos, assim, violando a Lei de Privacidade de Informações Biométricas de Illinois. Em janeiro, após acordo judicial, a rede social Facebook concordou em pagar mais de meio bilhão de dólares, depois de ser identificado que o seu recurso de tags em fotos também violava a mesma legislação. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ocorre que esta não é a primeira vez que o TikTok é penalizado por suas práticas de privacidade e proteção de dados. Recentemente a empresa já havia sido multada em um valor recorde de US$ 5,7 milhões por violar as leis de privacidade de crianças nos EUA. Parte da solução para evitar a coleta de dados de menores de idade sem o consentimento dos pais foi implementar &#8220;um recurso que varre o rosto do usuário para determinar se ele parece ter 13 anos ou menos&#8221; usando um algoritmo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Os advogados que atuam no caso argumentam que os recursos de coleta de dados biométricos violam a legislação de privacidade porque a empresa não obtém consentimento por escrito dos usuários para coletar, utilizar ou armazená-los; não notifica os usuários que os estão capturando e, supostamente, está compartilhando os dados biométricos com terceiros sem consentimento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A classe de autores proposta no processo é definida como: “</span><i><span style="font-weight: 400">Todos os residentes de Illinois que criaram uma conta TikTok ou musical.ly, ou que usaram os aplicativos TikTok ou musical.ly, com idade entre 14 e 17 anos, e seus pais e / ou responsáveis ​​legais</span></i><span style="font-weight: 400">”. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Este clipping de notícias é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo </i><a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2"><i>Bureau Veritas</i></span></a><i>. Conheça nossos </i><span class="s2"><i>serviços</i></span><i> e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Xiaomi é acusada de coletar dados até no modo anônimo</title>
		<link>https://lgpdsolucoes.com.br/blog/xiaomi-dados-pessoais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[LGPD Soluções Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 22:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog-lgpd]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Reportagem da Folha de São Paulo publicada em 02 de maio de 2020 revela que especialistas em segurança acusaram a Xiaomi, empresa de tecnologia chinesa em pleno crescimento no mercado mundial, de violar a privacidade dos seus usuários. Em entrevista à Forbes, o pesquisador Gabi Cirlig afirmou que dados não consentidos do seu celular são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Reportagem da <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/05/xiaomi-e-acusada-de-coletar-dados-ate-no-modo-anonimo-empresa-rebate.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Folha de São Paulo</a> publicada em 02 de maio de 2020 revela que especialistas em segurança acusaram a Xiaomi, empresa de tecnologia chinesa em pleno crescimento no mercado mundial, de violar a privacidade dos seus usuários. Em entrevista à Forbes, o pesquisador Gabi Cirlig afirmou que dados não consentidos do seu celular são enviados pela Xiaomi a servidores remotos alugados da Alibaba, outra companhia chinesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">O especialista identificou que, mesmo utilizando o modo de navegação anônimo, a Xiaomi registrava dados de suas buscas no Google e em outros aplicativos, além de informações como páginas abertas, barra de status e alterações nas configurações. Com a coleta indevida destas informações, o seu comportamento online era vigiado de forma abusiva, interferindo em sua privacidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Além de coletados, esses dados estariam sendo transferidos para servidores na Cingapura e na Rússia sem o consentimento do usuário, que havia sido informado que os domínios de web utilizados pela Xiaomi estariam sendo hospedados em Pequim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Outro pesquisador em segurança também confirmou à Forbes que a Xiaomi coletava estes mesmos dados por meio dos seus navegadores disponíveis no Google Play, o Mi Browser Pro e o Mint Browser. Juntos, ambos os navegadores possuem atualmente mais de 15 milhões de downloads.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">A empresa, por sua vez, respondeu em seu site que a reportagem publicada na Forbes deturpou os fatos. Segundo ela, a segurança e a privacidade dos usuários estão entre as suas prioridades e que o funcionamento dos seus serviços está de acordo com as legislações sobre privacidade de todos os países em que atua, utilizando somente dados coletados a partir da permissão e o consentimento explícito dos titulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">No entanto, a empresa também afirmou que utiliza “dados estatísticos agregados” para suas “análises internas”, mas sem a vinculação de identificação pessoal a esses dados, os tornando, portanto, anonimizados. De acordo com as informações fornecidas pela Xiaomi, todos os dados coletados pela companhia são armazenados em uma infraestrutura de nuvem pública e bem conhecida no setor, hospedada no exterior e de acordo com as leis locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Imagem: <a href="http://www.reuters.com">Reuters</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span class="s1"><i>Este clipping de notícias é uma iniciativa do Solere – Data Protection Compliance para esclarecer diversos temas relacionados à dados pessoais e a proteção deles. Somos especializados em direito empresarial e somos certificados Data Protection Officer (DPO) pelo </i><a href="https://www.bureauveritas.com.br/pt-br"><span class="s2"><i>Bureau Veritas</i></span></a><i>. Conheça nossos </i><span class="s2"><i>serviços</i></span><i> e veja como podemos ajudar a sua empresa se adequar à LGPD e não sofrer penalidades.</i></span></p>
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